28 de fevereiro de 2012

Dândi Viagem: Paris


A chegada à Paris, na estação Gare du Nord, foi bem tranquila, fomos de trem partindo de Londres. A entrada em Paris por trem não tem imigração o que é uma excelente economia de tempo, na verdade não sabíamos que não teria, aliás nem era a intenção, queríamos mesmo era andar de trem entre essas cidades, mas não podemos negar que foi uma coisa boa.


Pois bem, para chegar ao hotel que ficava no Operá, tivemos que pegar o metro até a estação de mesmo nome. Andar de metrô em Paris é fácil, mas não é simples, rs! É preciso prestar alguma atenção em relação as inúmeras linhas que passam na mesma estação, em algumas plataformas também passam trens com destinos diferentes, cuidado redobrado, mas é o nível de cuidado normal para quem anda de metrô.

Nós tínhamos a noção de que o hotel ficava em uma área de compras de Paris, próximo a Galeria Laffayette, a Printemps, a Uniqlo, e muitas outras... o Adagio Opéra é um excelente hotel, com apartamentos do tipo estúdio com uma cozinha completa, na qual é possível fazer pequenas refeições e economizar muitos euros com alimentação.

Como tínhamos 5 dias em Paris, pudemos fazer os passeios com calma. Visitamos praticamente todos os locais turísticos principais, a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, a Champs-Elyseés, o Louvre, o jardim das Tuileries, a Opéra Garnier, a Catedral de Notre Dame, e outros locais e praças... bem sinceramente cada esquina era um cartão postal... rs!

A geometria da cidade não é muito simples de andar, os quarteirões não são quadrados, eles tem um formato em que as ruas saem e chegam em praças, o que dificulta bastante para quem não conhece, ter um mapa em mãos é fundamental.

A noite também é bem bacana e no sábado fomos até uma balada que chama Queens, uma das principais para turistas, lá a entrada é 20 euros e não aceitam cartão, só dinheiro. Cada drink de vodka e energético custava uns 17 euros, e a chapelaria que também é a parte e praticamente obrigatória no inverno, custava 5 euros.

Sem sombra de dúvidas foi a cidade mais difícil de se relacionar, pois a língua era a que eu tinha tido menos contato na vida e além disso vocês podem perceber que eles não falam o que está escrito, hahaha! Por exemplo no elevador eu nunca entendia em que andar estávamos. No mercado eu interpretava o texto pela ordem natural das perguntas nos caixas, e pra finalizar os números... que até agora eu não entendi nada, rs!

Nos restaurantes, os pratos com arroz eram minoria, aliás nem comi nenhum... eles acompanham as carnes com uma salada e batata normalmente. Deu para perceber uma preocupação com consumir frutas naturais, que lá são caríssimas.

O mais legal é que deu para tomar bastante Veuve Clicquot, principalmente no dia meu aniversário (sim passei meu aniversário em Paris) que rolou uma PT básica... com direito a passeio estilo "Meia Noite em Paris".

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2 comentários:

  1. Paris é com certeza a cidade mais linda a qual já fui! Só uma pequena correção: a estação de trem chama-se GARE DU NORD, não GARD.

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  2. Valeu pela correção, mesmo revisando, sempre passa algum erro! :(

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Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. (Fernando Pessoa)

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PÓS-GRADUADO EM MODA E CRIAÇÃO - Faculdade Santa Marcelina - SP Já realizou trabalhos como personal stylist, CONSULTOR DE MODA e colunista de moda